segunda-feira, 24 de maio de 2010

Força Portugal

Não era fenomenal se um porta-voz da selecção de futebol portuguesa viesse a público dizer que os jogadores odeiam o som da vuvuzelas? Que os perturba e não os deixa concretizar aquilo que se pretende, que é uns golitos bacanos? Que enquanto as pessoas soprarem naquelas coisas parvas eles dificilmente conseguirão ir mais longe que um empate a zero? Eu adorava. Mais ainda que vê-los pôr gelo na cocha dos jogadores ou perceber perfeitamente o elogio que o seleccionador mandou ao árbitro.

Se eu mandasse, as vuvuzelas eram como os cisnes: ouvia-se o canto e elas faleciam. Com a ligeira diferença que o dos cisnes é fixe. Morrem bem. A única maneira da vuvuzela morrer bem é se o camião TIR fizer marcha-atrás depois de lhe passar por cima a primeira vez.

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